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Me fez pensar um artigo sobre o cartunista Saul Steinberg (1914-1999), do crítico Rodrigo Naves, na primeira edição da revista Serrote, do Instituto Moreira Salles.
O desenho metalinguístico de Steinberg chama a atenção para a materialidade do traço, responsável pelo frescor e espontaneidade de suas sacadas visuais, antecipando conquistas de artistas como Basquiat e Andy Warhol, por exemplo. Foi autor de capas célebres para a lendária revista New Yorker.
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