Era o que se podia esperar do convívio com alguém que sabe mais do que você. Um espírito pernóstico cujos olhos se comprazem com elogios, mas marejam sob críticas. É dessa espécie que tem sempre muita consideração pelo próximo, que trata a todos por “colega”.
E há sempre os enroscos, as pontas empenadas em sua conduta irrepreensível, ao que me ocorre uma lixa para desbastá-la, polir suas arestas e diminuir o atrito.
Mas de que adianta tudo isso, pensei agora, se a madeira ainda está verde?
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